quarta-feira, 13 de julho de 2011

Lopes na terra magyar, o retorno as origens

O Grupo Folclórico "Dunántúl", de Jaraguá do Sul foi a Hungria difundir o folclore, que adormeceu longos anos desde a década de 40, quando o Estado Novo (1936-1945) tratou de oprimir o povo europeu [remanescentes] dos pais do Eixo, inclusive a Hungria, aliada dos alemães. Entre os anos de 2001 e 2007, o relacionamento do Brasil e da Hungria ganharam novos contornos politicos, e os "húngaros" de Jaraguá do Sul (SC) foram ao território da Hungria, graças ao movimento iniciado por Dr Lajos Boglar e Catarina Kovacs. A viagem foi considerada o retorno às origens.
Assim o movimento cultural de 1996, para salvaguardar o legado cultural do Leste europeu, em Jaraguá do Sul passou pela formação do pensamento de construção da identidade húngara no terrtório brasileiro.
De fato o movimentou sucitou a nessecidade Jaraguá do Sul voltar as origens e narrar com novos indicadores sua história, como fez o estudante de Mestrado Sidnei Marcelo Lopes, ao desenvolver um campo teórico formatado na história dos nossos primeiros imigrantes.
Ademir Pfiffer - Historiador

Imigração suábia-húngara, por Sidnei Marcelo Lopes


Vídeo narra reflexões sobre os 120 anos da presença da imigração do Leste europeu - magyar e suábia - em Jaraguá do Sul (SC), destaque para o cientista húngaro Dr Lajos Boglar.
Ademir Pfiffer - Historiador

terça-feira, 12 de julho de 2011

Wolf, dinamarques ou alemão?

A arquitetura enxaimel em Jaraguá do Sul (SC) é simbolo de presença do povo de origem germânica. E na região do Jaraguá Alto, proximo à Igreja de Santo Estevão, Georg Wolf [filho], construiu este exemplar arquitetônico [1906], com tijolos da sua própria olaria.
A família Wolf [Gerog e Anton] aportaram no Brasil no vapor Hannover, no Rio de Janeiro [1891]. Em seguida, após a quarentena a família em meio a magiares e suábios do Danúbio, seguiram do Rio a Santa Catarina, na cidade portuária de Itajaí.
O grupo de imigrantes rumaram ao Vale do Itajaí [Porto Blumenau], em embarções muito rudimentares. Em território blumenaense, o grupo de europeus foram conduzidos à localidade de Rio Adan, em Rio dos Cedros. Dali partiram novamente, em direção à Serra do Mar, destino à Colônia do Jaraguá [hoje Município de Jaraguá do Sul], hospedando-se num galpão em meio a mata,  na localidade hoje denominada de São Pedro.
Em meio a essa colonização do Leste europeu estava a família Wolf, cujo Senhor Georg [1850], o qual nasceu em Schleswig-Holstein [dois ducados autónomos sob a tutela do rei da Dinamarca até 1864, ano em que a Prússia e a Áustria unidas militarmente, os conquistaram e repartiram entre si]  antigo território dinamarques, hoje território da República Federal da Alemanha. Portanto, Georg nasceu nessa região da Europa, que hoje poderá pertencer a Dinamarca ou Alemanha. Mas no passado era território da Dinamarca. Todavia, Wolf nasceu no território onde concentrava a população de Língua Alemã, que, hoje é o território da Alemanha.
Antes de  partir, da Europa, o Senhor Georg Wolf  casou-se com um Senhora de nacionalidade húngara, o que lhe conferiu posteriormente, a "identidade" húngara, embora não tenha nascido na Hungria. Por que será? Diz um provérbio húngaro:"quem acredita é feliz, quem dúvida é sábio".
É importante destacar, a família Wolf tinha grandiosa afeição pela cultura germânica. A prova cabal de tamanha veneração por esta ficou na edificação do casarão de enxaimel (fachwerk) em meio à Mata Atlântica, no Jaraguá Alto.
Até hoje, nenhum descendente de George Wolf (senior) conseguiu imprimir ousadia, sofisticação e bom gosto, quando o assunto é arquitetura rural ou urbana.  Qual dos remanescentes irá elaborar um projeto arquitetônico de envergadura, que cause impacto e admiração na nova Jaraguá do Sul, neste terceiro milênio?
Imagem: Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel"

domingo, 10 de julho de 2011

Movimento revitalização da cultura do Leste europeu


O pesquisador Sidnei Marcelo Lopes foi a campo para levantamento do legado cultural e étnico da população remanescente da Hungria no Brasil, que aportou na Colônia Jaraguá (atualmente Jaraguá do Sul/SC) no ano de 1891. A partir do movimento de revitalização da história e identidade dos remanescentes do antigo Império Austro Húngaro (húngaros e suábios), acidade jaraguaense ganhou novos contornos historiográficos, cuja história ganhou vigor a partir do movimento de 1995, Governo Durval Vasel (Prefeito [inesquesível] e Balduino Raulino( Secretário de Cultura). Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, 9 de julho de 2011

Monografia temática: história magyar e suábia


Monografia temática: história magyar e suábia, por Sidnei Marcelo Lopes. A pesquisa é fruto do trabalho de conclusão do Curso de Mestrado, na Univille, na cidade de Joinville (SC). O trabalho contou com chancela da Professora e Doutora, Sandra Guedes Camargo, cientista atuante naquela Universidade privada. Eis a entrevista com o novo pesquisador das culturas étnicas de Jaraguá do Sul (SC). Ademir Pfiffer - Historiador

Oma Tischner, bem longe da Hungria


Oma Tischner, a suábia-húngara[foi casada com Conrado Schroeder - in memorian] longe da Hungria, terra dos seus antepassados. No Brasil, a família Tischner integrou-se harmonicamente à cultura germânica, como nesta festa de Tiro Rei dançou acompanhada da nora Isolde Vasel Schroeder.
Aos 87 anos, ainda aprecia e gosta dos acordes da boa música alemã.
Ademir Pfiffer - Historiador

Imigração suábia-húngara, 120 anos - Jaraguá - Silvério Stenger


Imigração suábia-húngara, 120 anos - Jaraguá do Sul ( SC), (1891 - 2011), por Ademir Pfiffer , Historiador do Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel". Entrevistado: Silvério Stenger, um remanescentes do Leste europeu, descendente de suábio-húngaro.