domingo, 17 de julho de 2011

8ª Festa do Aipim da Comunidade Suábia-Húngara

A cidade de Jaraguá do Sul (SC), há 120 anos foi privilegiada ao receber a imigração suábia-húngara. Com a presença desta etnia do Leste europeu, a antiga Colônia do Jaraguá ganhou crescimento e dinamismo.
Uma das primeiras atividades da economia rural desenvolvidas por este grupo étnico foi a cultura do aipim. Com o plantio do aipim na região do Garibaldi, os suábios-húngaros puderam se sustentar e inclusive abastecer uma rede consumidores, como indústria da fécula de Jaraguá do Sul (SC).
Por esta razão, um tributo foi planejado e organizado, para difundir à majestade da mesa dos jaraguasulenses, o aipim, cuja festa vai para a 8ª edição.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

50 anos de Massaranduba - SC - Bandoneonfest - 12


50 anos de Massaranduba - SC - Bandoneonfest - 12. Carlos Denk (Jaraguá do Sul), o último bandonheiro suábio-húngaro do Vale Itapocu. Num mundo moderno, Denk faz o que maioria dos remanescentes suábios-húngaros não fazem, difundir a memória musical e folclórica, do velho mundo. Quem se habilita a substituí-lo nos palcos? Ademir Pfiffer - Historiador

quarta-feira, 13 de julho de 2011

50 anos de Massaranduba - SC - Bandoneonfest - 10

O público prestigiou a apresentação do Senhor Carlos, o suábio-húngaro.

50 anos de Massaranduba - SC - Bandoneonfest - 10. Carlos Denk, um cidadão remanescente da imigração suábia -húngara no Vale do Itapocu. Denk longe das origens, ainda preservou o gosto do manuseio do instrumento de foles, o bandoneon, que foi difundido pelos europeus no transcorrer do século XIX. Em pleno terceiro milênio Denk muito latinizado pela cultura brasileira, mostrou no palco desta festa, que apesar longe dos valores da identidade húngara, tem no bandoneon sua última ângara de sobrevivência cultural. Porém, ainda com valentia faz da cultura dos foles, o legado cultural do antigo Império Áustro-Húngro no Brasil. Ademir Pfiffer - Historiador

Lopes na terra magyar, o retorno as origens

O Grupo Folclórico "Dunántúl", de Jaraguá do Sul foi a Hungria difundir o folclore, que adormeceu longos anos desde a década de 40, quando o Estado Novo (1936-1945) tratou de oprimir o povo europeu [remanescentes] dos pais do Eixo, inclusive a Hungria, aliada dos alemães. Entre os anos de 2001 e 2007, o relacionamento do Brasil e da Hungria ganharam novos contornos politicos, e os "húngaros" de Jaraguá do Sul (SC) foram ao território da Hungria, graças ao movimento iniciado por Dr Lajos Boglar e Catarina Kovacs. A viagem foi considerada o retorno às origens.
Assim o movimento cultural de 1996, para salvaguardar o legado cultural do Leste europeu, em Jaraguá do Sul passou pela formação do pensamento de construção da identidade húngara no terrtório brasileiro.
De fato o movimentou sucitou a nessecidade Jaraguá do Sul voltar as origens e narrar com novos indicadores sua história, como fez o estudante de Mestrado Sidnei Marcelo Lopes, ao desenvolver um campo teórico formatado na história dos nossos primeiros imigrantes.
Ademir Pfiffer - Historiador

Imigração suábia-húngara, por Sidnei Marcelo Lopes


Vídeo narra reflexões sobre os 120 anos da presença da imigração do Leste europeu - magyar e suábia - em Jaraguá do Sul (SC), destaque para o cientista húngaro Dr Lajos Boglar.
Ademir Pfiffer - Historiador

terça-feira, 12 de julho de 2011

Wolf, dinamarques ou alemão?

A arquitetura enxaimel em Jaraguá do Sul (SC) é simbolo de presença do povo de origem germânica. E na região do Jaraguá Alto, proximo à Igreja de Santo Estevão, Georg Wolf [filho], construiu este exemplar arquitetônico [1906], com tijolos da sua própria olaria.
A família Wolf [Gerog e Anton] aportaram no Brasil no vapor Hannover, no Rio de Janeiro [1891]. Em seguida, após a quarentena a família em meio a magiares e suábios do Danúbio, seguiram do Rio a Santa Catarina, na cidade portuária de Itajaí.
O grupo de imigrantes rumaram ao Vale do Itajaí [Porto Blumenau], em embarções muito rudimentares. Em território blumenaense, o grupo de europeus foram conduzidos à localidade de Rio Adan, em Rio dos Cedros. Dali partiram novamente, em direção à Serra do Mar, destino à Colônia do Jaraguá [hoje Município de Jaraguá do Sul], hospedando-se num galpão em meio a mata,  na localidade hoje denominada de São Pedro.
Em meio a essa colonização do Leste europeu estava a família Wolf, cujo Senhor Georg [1850], o qual nasceu em Schleswig-Holstein [dois ducados autónomos sob a tutela do rei da Dinamarca até 1864, ano em que a Prússia e a Áustria unidas militarmente, os conquistaram e repartiram entre si]  antigo território dinamarques, hoje território da República Federal da Alemanha. Portanto, Georg nasceu nessa região da Europa, que hoje poderá pertencer a Dinamarca ou Alemanha. Mas no passado era território da Dinamarca. Todavia, Wolf nasceu no território onde concentrava a população de Língua Alemã, que, hoje é o território da Alemanha.
Antes de  partir, da Europa, o Senhor Georg Wolf  casou-se com um Senhora de nacionalidade húngara, o que lhe conferiu posteriormente, a "identidade" húngara, embora não tenha nascido na Hungria. Por que será? Diz um provérbio húngaro:"quem acredita é feliz, quem dúvida é sábio".
É importante destacar, a família Wolf tinha grandiosa afeição pela cultura germânica. A prova cabal de tamanha veneração por esta ficou na edificação do casarão de enxaimel (fachwerk) em meio à Mata Atlântica, no Jaraguá Alto.
Até hoje, nenhum descendente de George Wolf (senior) conseguiu imprimir ousadia, sofisticação e bom gosto, quando o assunto é arquitetura rural ou urbana.  Qual dos remanescentes irá elaborar um projeto arquitetônico de envergadura, que cause impacto e admiração na nova Jaraguá do Sul, neste terceiro milênio?
Imagem: Arquivo Histórico Municipal "Eugênio Victor Schmöckel"

domingo, 10 de julho de 2011

Movimento revitalização da cultura do Leste europeu


O pesquisador Sidnei Marcelo Lopes foi a campo para levantamento do legado cultural e étnico da população remanescente da Hungria no Brasil, que aportou na Colônia Jaraguá (atualmente Jaraguá do Sul/SC) no ano de 1891. A partir do movimento de revitalização da história e identidade dos remanescentes do antigo Império Austro Húngaro (húngaros e suábios), acidade jaraguaense ganhou novos contornos historiográficos, cuja história ganhou vigor a partir do movimento de 1995, Governo Durval Vasel (Prefeito [inesquesível] e Balduino Raulino( Secretário de Cultura). Ademir Pfiffer - Historiador