quinta-feira, 18 de novembro de 2010

CONCURSO PARA ESCOLHA DA LOGOMARCA 120 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR E SUÁBIA HÚNGARA DE JARAGUÁ DO SUL – SC

INTRODUÇÃO

O Botafogo de Jaraguá do Sul, instituiu Grupo de Trabalho voltado para o estabelecimento de critérios para a seleção da logomarca 20 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR E SUÁBIA HÚNGARA DE JARAGUÁ DO SUL – SC, que será coordenada pela Diretoria do Botafogo Futebol Clube e a Fundação Cultural (Municipal), o qual conta com a chancela da Associação Húngara de Jaraguá do Sul.

HISTÓRICO

Na história de Jaraguá do Sul em 134 anos de fundação em 2011, será comemorado os 120 anos da Imigração Magyar e Suábia Húngara, que aportou no Brasil, em 1891.Portanto, a linha de imigração desses dois grupos étnicos constitui-se um marco na história da ocupação territorial e do desenvolvimento de Jaraguá do Sul.
Atualmente, as representações culturais desses dois grupos étnicos estão expressas na arquitetura (Igreja Santo Estevão), culinária (iguaria do strudel), dança folclórica (Grupo Folclórico Dunántúl), cemitérios (São Pedro, Jaraguazinho, Santo Estevão, Martin Lutero e Jaraguá 84) e tótem étnico, Casa do Colonizador (Av. Waldemar Grubba).
Para particpar desse concurso de escolha da logomarca dos 120 anos da Imigração Magyar e Suábia Húngara, será necessário considerar estes indicadores históricos, acima elencados.


REGULAMENTO DO CONCURSO PARA A ESCOLHA DA LOGOMARCA 20 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR E SUÁBIA HÚNGARA DE JARAGUÁ DO SUL – SC

1. DOS OBJETIVOS E PARTICIPANTES
1.1. A Comisssão Organizadora do VIº Encontro de Músicos da Cultura Alemã do Botafogo Futebol Clube, através da Fundação Cultural, objetivando eleger a logomarca oficial que será lançada como símbolo dos 120 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR e SUÁBIA HÚNGARA em JARAGUÁ DO SUL (SC), institui o CONCURSO LOGOMARCA dos 120 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR e SUÁBIA HÚNGARA


1.2. O concurso é aberto a todos os interessados, tais como os alunos da Rede Pública Municipal e Estadual (Ensino Fundamental e Médio), das comunidades da Barra do Rio Cerro, Jaraguá 84, Jaraguá 99 e Jaraguá Alto.

1.3. Não poderão participar do concurso os seus julgadores, as pessoas que lhes sejam
diretamente ligadas ou à organização e promoção do evento.

2. DAS INSCRIÇÕES
2.1 O trabalho deverá, obrigatoriamente, ser entregues no Arquivo Histórico “Eugênio Victor Schmöckel”, no período de 06 a 10 de dezembro de 2010, até às 17 horas, devendo
constar no envelope de encaminhamento do trabalho a indicação: CONCURSO
LOGOMARCA 120 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR e SUÁBIA HÚNGARA .
2.2 O envelope lacrado deverá conter no seu interior a ficha de inscrição (modelo anexo),
um exemplar da logomarca.
2.3 Os desenhos devem ser enviados em numa folha de papel A4, sem restrições de técnicas e materiais (tinta, lápis de cor, hidrocor, aquarela, guache, colagem, grafite, etc)
2.4A assinatura do participante na ficha de inscrição do candidato implicará na aceitação plena das condições estabelecidas neste regulamento;
2.5Os participantes só poderão participar do Concurso com uma única inscrição, e apenas um desenho, assinado pela própria criança autora;
2.6 Já a Unidade Escolar poderá poderá participar com quatro desenhos.

3. DA APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS
3.1 Só poderão participar trabalhos originais e inéditos, produzidos em qualquer técnica, sem limitação de uso de recursos diverosos.
3.2 A logomarca não deverá ser assinada ou conter alguma marcação de identificação do participante.
3.3 A cópia da logomarca deverá estar em papel branco A4.

4. DO JULGAMENTO DOS TRABALHOS

4.1. A Comissão Julgadora do Concurso será integrada por 4 (quatro) membros;
especialistas em artes visuais, design gráfico e publicidade, designados pelo Botafogo Futebol Clube e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul;
4.2. Apenas um trabalho, selecionado será classificado em 1º lugar e utilizado como a logomarca oficial dos festejos de 120 ANOS DA IMIGRAÇÃO MAGYAR e SUÁBIA HÚNGARA;
4.3. Serão considerados os seguintes critérios de julgamento dos trabalhos:
4.3.1. Criatividade;
4.3.2. Originalidade;
4.3.3. Comunicação;

4.6. Os participantes serão informados sobre o andamento dos trabalhos através da seguinte
blog (www.botafogojaragua.blogspot.com). E Fundação Cultura de Jaraguá do Sul (http://cultura.jaraguadosul.com.br)

5. DA CLASSIFICAÇÃO
5.1. O resultado do concurso será anunciado no dia 17 de zembro de 2010, na imprensa local.
5.2. Caso ocorra empate na votação na votação efetuada pela comissão julgadora, de dois
ou mais trabalhos selecionados, caberá a plenária do corpo de jurados a escolha do 1º colocado.

6. DA PREMIAÇÃO
6.1. Será premiado somente o primeiro colocado, conforme descrição abaixo:
6.1.1 – O primeiro colocado receberá da …..
(
7. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

7.1. O trabalho inscrito no concurso e classificado em primeiro lugar terá sua propriedade intelectual cedida de pleno direito e por prazo indeterminado à Fundação Cultural de Jaraguá do Sul e ao Botafogo Futebol Clube, que poderá utilizá-la sem qualquer restrição, seja a que título for, inclusive franquia;
7.2. A decisão da comissão julgadora será soberana e de caráter irrevogável, não cabendo qualquer recurso por parte do participante;
7.3. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Comissão Julgadora do Concurso da Logomarca .

Jaraguá do Sul, 30 de outubro de 2010.








Ficha de Inscrição

Nome: _____________________________________________
Unidade Escolar: ___________________________________________
Professor (a): ________________________________________________-
Título do Trabalho: _________________________________
Descrição: _________________________________________________
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__________________________________________________________
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Assinatura dos pais ou responsável:_______________________________

Assinatura diretor da Unidade Escolar: ________________________________

quinta-feira, 8 de julho de 2010

IIIª Festa Catarinense do Strudel


Contextualizando e refletindo a presença dos húngaros e suábios húngaros, em 119 anos na história de Jaraguá do Sul, nos próximos dias 10 e 11 de julho, será realizada a IIIª Festa Catarinense do Strudel.
A festa é um tributo a todas às famílias que vieram do antigo Império Austro Húngaro ao Brasil, no limiar do século XIX. Como Jaraguá do Sul acolheu numerosos habitantes daquele império, é comum encontrarmos comunidades e bairros, com numerosos habitantes remanescentes, da Europa e do Leste europeu, especialmente da Hungria.
A história da Hungria é marcada por complexidades e subjetividades, na qual é narrada com tenacidade a trajetória de seus heróis, como de Santo Estevão, o herói nacional. Essa história atravessou as fronteiras e aportou no Brasil, na Colônia do Jaraguá. Para simbolizar essa rica contextualização histórica, um marco foi construído, em Jaraguá Alto, a Igreja de Santo Estevão, inaugurada no inicio da década de 30.
E foi na época da construção da Igreja de Santo Estevão, que surgiu a idéia de coletivização da festa dedicada a este Santo Padroeiro, todos os anos no mês de agosto. Anterior à década de 30 realizava-se na casa dos moradores a festa de tradição católica, geralmente, após a missa.
A idéia de reunir os fiéis para uma ação coletiva ganhou força e adesão As primeiras festas começaram a reunir as famílias para missa, almoço festivo e gastronômico, strudel, kiri, churrasco e aves assadas (galinha caipira, pato, marreco) em forno a lenha. No transcorrer da tarde, ainda era organizado café colonial, com pães empastados e muita cuca de queijinho e farofa. Porém, a atrativa do evento social e religioso, sempre era a iguaria do strudel.
Assim iniciou-se a difusão da iguaria do strudel em Jaraguá do Sul, constituindo-se hoje, o mais significativo patrimônio imaterial, presente na mesa da maioria dos jaraguaenses, nativos e migrantes, gerando inclusive uma festa.
Bem vindos à IIIª Festa Catarinense do Strudel.

Ademir Pfiffer – Historiador

segunda-feira, 5 de julho de 2010

IIIª Festa Catarinense do Strudel

A cidade de Jaraguá do Sul (SC) prepara-se para realizar a IIIª Festa Catarinense do Strudel, no Parque de Eventos Municipal, entre os dias 10 e 11 de julho.
A festa é um tributo aos confeiteiros da iguaria do strudel, herança culinária de origem européia (Império Austro-Húngaro), que chegou ao Brasil pelas mãos de alemães, austríacos e húngaros.
A iguaria do strudel de ricota (queijinho)é especialidade dos Imigrantes Húngaros e Suábios - Húngaros, que chegaram à região do Caminho Garibaldi, no mês de junho de 1891.
A partir da presença destes grupos etnicos, a história da iguaria do strudel de queijinho integra a história oficial da antiga Colônia Jaraguá e da atual Jaraguá do Sul.
 A Festa Catarinense do Strudel nasceu em 2008, da necessidade de difundir os valores da imigração do Leste europeu. Portanto, essa história é permeda pela cultura do sabor oriundo da Hungria, que ao longo de 119 anos sofreu evoluções significativas e muito latinas, típicas do Hemisfério Sul.
Neste contexto, a cidade de  Jaraguá do Sul é priviligiada, fato atribuído à rica diversidade gastronômica, como exemplo, o strudel.
Bem vindos a todos a Jaraguá do Sul!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Cristiane Kitzberger, a arquiteta suábia-húngara em Budapeste

Fonte: Jornal do Vale - ano 9 - edição 424 - sexta-feira - 02/04/10

Dia Nacional da Hungria -15 de março.


Peço sua gentileza relatar como foi esse dia, no Centro Histórico de Budapeste, quando você presenciou a exaltação aos heróis da Hungria. Como se sentiu ao possar para a fotografia e ao fundo estava aquela grandiosa roseta, símbolo da nacionalidade húngara?

Saudações!

Ademir Pfiffer - Historiador

Com os indicadores do e-mail acima  motivei a Cristiane, a Pyti relatar um comentário sobre Dia Nacional da Hungria, em 15 de março, visto de sua presença em terrtório Húngaro. 
O povo magyar e suábio-húngaro, que vieram à Colônia do Jaraguá (SC), nunca participaram de um evento desta natureza em território húngaro, somente no Brasil, no Museu Histórico "Emílio da Silva", em 2008, quando algo semelhante, mas sem pompa foi organizado e comemorado, inclusive com uma exposição temática.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Folclore húngaro na América do Sul




A cidade de Montevidéu, no Uruguai sediou de 15 a 23 de janeiro, o Xº Festival Sulamericano de Dança Folclórica Húngara. Paralelo, também ocorreu um simpósio com o propósito de difundir a história e a identidade húngara na América Latina.
A Associação Húngara de Montevidéu preparou uma extensa programação, que incluiu visitações ao Centro Histórico; sede administrativa do Governo da República Oriental do Uruguai; monumento José Artiga; orla marítima de Montevideu,marcada pelas ampla avenida que revelam imponentes edificações, como a sede do Parlamento do MERCOSUL.
O que levou o Grupo de Danças Dunántúl, da Associação Húngara de Jaraguá do Sul, ao Uruguai? Primeiro mostrar o trabalho voluntário da entidade, que se vêem realizando em prol da difusão da cultura e do folclore húngaro, desde a década de 90 pelos associados e simpatizantes; segundo, integrar-se com as demais nações latinas americanas, para ampliar a visão do processo de ramificação da imigração húngara, que aconteceu ao logo dos séculos XIX e XX; terceiro, desenvolver um trabalho multidisciplinar conjunto, entre as nações do MERCOSUL, focando os valores e as tradições do povo húngaro.
O festival de Montevidéu reuniu mestres, pesquisadores, folcloristas, bailarinos, entre outros, para redimensionar as políticas públicas, que a nação húngara vem disseminando na América, para tornar-se presente e visível, na vida da população remanescente do antigo Império-Húngaro.
O Balneário de La Salinas, próximo a Montevidéu foi transformado num espaço luz, onde bailarinos e coreógrafos aperfeiçoaram o idioma, conheceram técnicas e métodos de danças folclóricas, que serão importantes para dar continuidade à difusão cultural em seus respectivos países, como Uruguai, Argentina, Brasil e Venezuela.
Apesar da população húngara remanescente na América ser pequena, ela forma um grupo coeso, que matém unidade linguística, culinária, folclórica, embora haja diferenças regionais, na esfera política e sócio-econômica.
Do Uruguai a delegação Dunántúl de Jaraguá do Sul foi reconhecida e aplaudida ao lado da São Paulo – maior núcleo de magyares da América Latina – como centros de unidade de ramificação da cultura húngara. Até recentemente, no Brasil, a cidade de São Paulo era dado como pólo irradiador de cultura desta etnia.
Jaraguá do Sul, no Vale do Itapocu atualmente é referencia latina americana, na arte de difundir o folclore e a história da Hungria, graças a inúmeros voluntários, que fazem um trabalho abnegado. No entanto, vale destacar o trabalho da diretoria da Associação húngara, através da Senhora Claudia Regina Ersching Kitzberger, que conduz a presidência da entidade com direção e ampla atuação.
Ademir Pfiffer - Historiador


Hungria, a nação que revitaliza sua marca na América Latina

A cidade de Montevidéu, no Uruguai sediou de 15 a 23 de janeiro, o Xº Festival Sulamericano de Dança Folclórica Húngara, que reuniu Uruguai, Argentina, Brasil e Venezuela. Paralelo, também ocorreu um simpósio com o propósito de difundir a história e a identidade húngara na América Latina.
Por que o Grupo de Danças Dunántúl, da Associação Húngara de Jaraguá do Sul foi ao Uruguai? Primeiro mostrar o trabalho voluntário da entidade, que vem sendo desenvolvido em prol da difusão da cultura e do folclore húngaro, desde a década de 90; segundo, integrar-se com as demais nações latinas americanas; terceiro, desenvolver um trabalho multiplicador conjunto entre as nações do MERCOSUL.
O festival de Montevidéu reuniu um grupo de mestres, pesquisadores, folcloristas, bailarinos, entre outros, para marcar a presença da nação húngara na América Latina.
O Balneário de La Salinas, próximo a Montevidéu foi transformado num espaço luz, destinados à bailarinos e coreógrafos, para aperfeiçoar o idioma, conhecerem técnicas e métodos de danças folclóricas. Nesta perspectiva, o objetivo foi atingido, o que assegura a continuidade à difusão cultural em seus respectivos países.
No Uruguai, a delegação Dunántúl de Jaraguá do Sul foi reconhecida e aplaudida ao lado da São Paulo – maior núcleo de concentração magyares da América Latina – como centro multiplicador e pólo da cultura húngara no Brasil.
Jaraguá do Sul conquistou prestigio e reconhecimento neste festival, graças aos voluntários, que fazem um trabalho abnegado. No entanto, vale destacar o trabalho da diretoria da Associação Húngara, através da Senhora Claudia Kitzberger, que conduz a presidência da entidade com afinco, direção e ampla atuação.

Ademir Pfiffer – Historiador – Jaraguá do Sul - Brasil

25 horas

No dia 14 de janeiro às 6 horas e 30 minutos do Salão 25 de Julho, no Jaraguá 99, partia uma pequena delegação de jaraguaenses, com a missão de representar o Estado de Santa Catarina, no Xº Festival Sulamericano de Danças Húngaras, na cidade de Montevidéu, Uruguai.
O itinerário foi o longo curso da BR 101, que desafia motoristas devido à precária sinalização no trecho de duplicação. E quando há trechos já executados, logo se percebe um festival de erros de engenharia, fruto da ausência de fiscalização por parte das autoridades competentes.
Vergonhoso é a cobrança de pedágio no trecho de Palhoça (SC), em direção ao Estado do Rio Grande do Sul. O cidadão paga por algo que o Governo não oferece serviços de qualidade.
No Rio Grande do Sul, em direção à fronteira uruguaia, cobra-se pedágio num trecho aonde não há duplicação e cuja população de rizicultores abastadas, paga pelo pedágio sem reclamar.
Da delegação, de 20 integrantes, que viajou ao Uruguai, chamou atenção, o pequeno Augusto Preuss, filho do casal folclorista Fabricio e Charlene Preuss, No dia 15 de janeiro, o pequeno Guto, o mascote da delegação, completou o seu primeiro aninho sobre quatro rodas, em pleno território uruguaio. Durante todo o percurso, Guto brincou com o grupo excursionista. A todo momento espalhava risos, abraços intermináveis e brincadeiras, que enriquecia o ambiente e fazia a delegação esquecer o longo trajeto de 25 horas, que deveria ser vencido.
Assim, chegamos e regressamos da nação uruguaia, sob proteção de Santo Estevão, padroeiro e guerreiro do povo húngaro, cujo Guto, é novo ícone da cultura magyar, a qual ganha, quando nascem novos seguidores com vigor para defendê-la.
Ademir Pfiffer - Historiador